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2015

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v. 18, n. 26 (2015): Educação em Foco

ESCOLA ESTADUAL PANDIÁ CALÓGERAS

A Escola Estadual Pandiá Calógeras foi construída na primeira década do século 20, na Rua Tamoios, centro da capital mineira, com o nome do escritor italiano Dante Alighieri (1265-1321), para abrigar filhos de imigrantes italianos, que participaram da construção de Belo Horizonte, inaugurada poucos anos antes, em 1897.

Em 1935, a escola foi transferida para o seu atual local, no bairro Santo Agostinho, e rebatizada com o nome do ditador italiano Benito Mussolini (1883-1945). O nome do líder fascista durou sete anos e foi retirado, em 1942, durante a 2º Guerra Mundial. Assim, a escola passou a se chamar Pandiá Calógeras (1870-1934), ministro da Guerra no governo Epitácio Pessoa, entre 1919 e 1922, nome que conserva até hoje.

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v. 18, n. 25 (2015): Educação em Foco

ESCOLA ESTADUAL BARÃO DE MACAÚBAS

Primeira escola no bairro Floresta, em Belo Horizonte. Foi inaugurada em 7 de setembro de 1922, com o nome Grupo Escolar Barão de Macaúbas. Inicialmente a instituição oferecia vagas para estudantes do sexo masculino.

A escola foi construída dentro dos padrões dos prédios oficiais da época utilizando-se da retórica formal neoclássica trabalhada de forma eclética. Essa orientação estilística foi adotada nos prédios oficiais da nova capital de Minas Gerais no governo de Mello Viana, principalmente nas construções escolares, onde se objetivava identificá-los com padrões culturais elevados.

Em 1965, abriu a oferta de pré-primário e de curso noturno para o atendimento de trabalhadores da região. No fim da década de 1970, veio a mudança do nome para Escola Estadual Barão de Macaúbas.

O nome da escola é uma homenagem a Abílio César Borges, pedagogo e médico brasileiro, que foi um dos precursores do livro didático e um defensor da abolição dos castigos fisicos nas escolas. Por suas contribuições na área educacional, recebeu do Imperador D. Pedro II o título de “Barão de Macaúbas”.  Essa inscrição está gravada na fachada do prédio da escola, um patrimônio que ela ostenta com muito orgulho.

O tombamento do prédio pelo Instituto Estadual do Patrimônio Historico e Artistico de Minas Gerais/IEPHA foi aprovado pelo Decreto n° 27.927 de 15 de março de 1988. Em 2013, foram iniciadas a reforma e a restauração geral do prédio.

Fontes: IEPHA-MG e Revista Encontro


2014

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v. 17, n. 24 (2014): Educação em Foco

A Escola Estadual Olegário Macie|, situada na Avenida Olegário Maciel, em Belo Horizonte (MG), foi inaugurada em 1925. Fundado pelo Decreto 6.658, de 20 de agosto de 1924, o prédio foi construído especialmente para abrigar um grupo escolar, numa época em que Fernando Mello Vianna, presidente de Minas Gerais, defendia que “educando as populações faremos obra de pura democracia”.

 

Em 1988, o prédio foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA) que o descreve como “um exemplar da arquitetura dos edifícios públicos, cuja linha de composição é caracterizada pela adoção de estilos do período eclético. As estruturas são fundadas em pedra, parede de tijolos de barro cozido e paredes grossas. As telhas francesas possuem engradamento de madeira e as varandas, feitas em perfis de ferro e tijolos de formato especial, são sustentadas por abobadilhas e compostas por colunas de ferro que sustentam o telhado. As janelas e portas amplas proporcionam um sentido de imensidão. As esquadrias em madeira e vidros guardam, na maioria, as feições originais. A fachada principal, inalterada, alonga-se horizontalmente e é dominada pela simetria, comum és edificações do século XIX e início do século XX”.

 

Com os seus 4.560 metros quadrados, o prédio é um desses monumentos que sobreviveram é modernização da cidade e é ocupação imobiliária. A instituição guarda uma importância histérica na formação de várias gerações e, atualmente, atende a centenas de adolescentes, que compõem a comunidade estudantil.
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v. 17, n. 23 (2014): Educação em Foco

O primeiro Grupo Escolar de Belo Horizonte, atualmente denominado Escola Estadual "Barão do Rio Branco", foi criado em 1906, para acolher os filhos dos funcionários envolvidos no projeto de implantação e modernização da nova capital mineira. Instalada inicialmente na antiga Avenida Liberdade - hoje, Avenida João Pinheiro -, em 15 de junho de 1914 a escola foi transferida para o casarão neoclássico eclético da então Avenida Paraúna (atual Avenida Getúlio Vargas), no bairro Funcionários, região nobre da cidade.

 

Tombado em 15 de março de 1988, pelo decreto n° 27.927, o prédio mantém muitas de suas características arquitetônicas originais. Em sua fachada ampla, destaca-se o frontispício com as armas da Republica, do Estado de Minas e do Município de Belo Horizonte. Ocupa uma área de 4600m2, na qual dispõe de salas de aula amplas e arejadas, refeitório e quadra de esportes, em blocos separados. Desde janeiro de 2013, encontra-se em obras de restauração arquitetônica e de recuperação das redes elétrica e hidráulica; obras essas que deverão ser concluídas em julho de 2015.

 

Ainda hoje, o "Barão do Rio Branco" se destaca na paisagem da cidade como uma referência para seus habitantes, e se mantem como exemplo de escola pública importante para o cenário cultural e pedagógico mineiro.


2013

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v. 16, n. 22 (2013): Educação em Foco

Escola Estadual Afonso Pena

 

A Escola Estadual Afonso Pena é uma das escolas pioneiras de Belo Horizonte. Foi criada no governo do Dr. João Pinheiro, recebendo o nome de Grupo Escolar “Afonso Pena” em 1907, e legitimada pelo Decreto n. 2006, de 13/07/1907. Foi escolhido para Patrono do estabelecimento o conselheiro Afonso Pena, proprietário de uma das casas onde até hoje funciona a escola. O estabelecimento é constituído de duas casas residenciais que sofreram algumas adaptações; a instalação do Grupo Escolar foi efetivada em 22/04/1907. Em 1958, o prédio foi reconstruído de acordo com o plano de metas da Campanha de Reparos e Restauração dos Prédios Escolares do Estado, quando era Governador do Estado, José Francisco Bias Fortes, e Secretário de Estado da Educação, o professor Abgar Renault.

O prédio, onde funciona a Escola Estadual Afonso Pena, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico de Minas Gerais (IEPHA), em 02/12/1983, e, recentemente, foi restaurado com o propósito de voltar às características principais e primárias da época da construção.

 

Fonte: http://crv.educacao.mg.gov.br
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v. 16, n. 21 (2013): Educação em Foco

IEMG - Instituto de Educação de Minas Gerais

 

Localizado próximo ao Parque Municipal, em Belo Horizonte/MG, o Instituto de Educação de Minas Gerais – IEMG tem uma história que remonta 1906, quando da instalação da Escola Normal de Belo Horizonte. O processo de desenvolvimento do país propiciou reformas educacionais que demandavam a formação de professores e, em 1910, a instituição foi transformada em Escola Normal Modelo. A reforma Francisco Campos de 1928, considerada uma das mais importantes da história da educação mineira, recrutou professores estrangeiros especializados, que fundaram a Escola de Aperfeiçoamento. Em 1946 a Escola Normal Modelo foi transformada em Instituto de Educação de Minas Gerais e foi criado o Curso de Administração Escolar (CAE), com extinção da Escola de Aperfeiçoamento. A reforma do ensino Superior de 1969 induziu a transformação do CAE em Curso de Pedagogia, que foi incorporado à UEMG, com a criação da Faculdade de Educação, em 1994. O IEMG é uma escola referência da Educação Básica.

2012

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v. 15, n. 20 (2012): Educação em Foco

Escola Estadual Governador Milton Campos - um projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer

 

O prédio do colégio foi projetado, em 1954, por Oscar Niemeyer, durante a gestão de Juscelino Kubitschek no Governo de Minas, e inaugurado dois anos depois. Com sensibilidade, Niemeyer eternizou na arquitetura objetos que remetem ao ambiente escolar. Nas linhas do arquiteto, o prédio principal com as salas de aula, a biblioteca e administração ganhou a forma de uma régua T; a caixa d'água virou um giz; a cantina, uma borracha; e o auditório, um mata-borrão (objeto usado para absorver o excesso de tinta da pena ou caneta tinteiro).

Muito antes de ser considerado berço da excelência académica e símbolo da liberdade para a juventude nas décadas de 1950, 60 e 70, a escola já ostentava o titulo de primeira instituição publica de ensino secundário de Minas. O edifício, inaugurado em 1956, contrastava com outras instituições de ensino da capital mineira por ser uma escola sem muros, organizada nos moldes de uma universidade, com Reitor e professores catedráticos.

A instituição é mais conhecida por Estadual Central, embora tenha sido renomeada, no fim dos anos 70, como Escola Estadual Governador Milton Campos.

A capa é uma homenagem a Oscar Niemeyer, o grande mestre da arquitetura, falecido aos 104 anos, em dezembro de 2012.
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v. 15, n. 19 (2012): Educação em Foco

Escola Estadual Pedro II - O Grupo Escolar Dom Pedro II, assim intitulado em homenagem à memória do 2º imperador do Brasil, foi criado em dezembro de 1925, pelo decreto n. 7.044. É instalado em setembro de 1926. Mais tarde, por força de lei, passou a se chamar Escola Estadual Pedro II de 1º grau. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), o prédio foi projetado pelo arquiteto Carlos Santos, em estilo neocolonial e exibe elementos da arte barroca e do rococó, com detalhes em pedra sabão e azulejos portugueses, compondo uma construção bem equilibrada, de proporções claras e precisas. O prédio ficou fechado de 2007 a 2010 para restauração, que preservou os padrões da estrutura original.

2011

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v. 14, n. 18 (2011): Educação em Foco

Igreja de Nossa Senhora do Ó

 

A Igreja de Nossa Senhora do Ó está localizada na cidade brasileira de Sabará e é considerada uma das edificações católicas mais requintadas da arte barroca. Também conhecida como Capela de Nossa Senhora do Ó, a Igreja foi construída durante o século XVIII e possui traços chineses em painéis vermelhos com desenhos em ouro.

As pinturas da nave mostram narrações bíblicas, especialmente em relação a aparições marianas. Já as pinturas do teto mostram símbolos das ladainhas. No altar-mor, aparece a padroeira, Nossa Senhora da Expectação do Parto, uma das virgens mais delicadas que Portugal produziu no século XVIII.

Em sua parte externa, a capela apresenta características rudes e cascalhos em sua estrutura. Por dentro, expõe o mais valioso metal e a sua beleza em esplendor.
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v. 14, n. 17 (2011): Educação em Foco

Primeiro povoamento de Minas Gerais, Sabará representa importante marco no cenário histórico e cultural de nosso país. Sua origem se relaciona à descoberta de ouro, tendo sido sede da comarca de uma das mais extensas regiões auríferas, e à presença de bandeirantes e inconfidentes que teceram nossa história. Sabará abriga diversos pontos de destaque, como antigos chafarizes, sendo o mais conhecido o do Kaquende, construído em 1757, na Rua São Pedro, que ilustra a capa desta edição. Destaca-se em seu cenário, também, um dos mais notáveis acervos de igrejas setecentistas de Minas. Exemplo é a Igreja de Nossa Senhora do Ó, a qual dedicamos algumas palavras na parte posterior da capa de Nossa publicação. A cidade abriga, ainda, a Casa da Ópera ou Teatro Municipal, o Museu do Ouro, o solar Padre Correa, as ruínas do solar Melo Viana, entre outros monumentos que marcaram os mais significativos momentos da rica história brasileira.


2010

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v. 13, n. 16 (2010): Educação em Foco

Pelourinho do Poder

Construído em 1722, o Pelourinho do Poder é dos poucos pelourinhos existentes em Minas Gerais e representa um marco histórico da fundação da antiga Vila Nova da Rainha, atual Caeté. Vários foram os negros castigados naquele local, que se constitui de uma pedra de aproximadamente um metro de altura com uma cabeça onde se prendiam as correntes dos escravos.

 

Município de Caeté-MG

Fundação: 14 de fevereiro de 1714

Caeté é um município da Região Metropolitana de Belo Horizonte/MinasGerais-Brasil. “Caeté”, em língua tupi, significa”mato verdadeiro”, através da junção dos termos ka’a (“mato”) e eté (“verdadeiro”). Sua denominação anterior era Vila Nova da Rainha. A história de Caeté teve início no ciclo do ouro, guardando importantes episódios, como a Guerra dos Emboabas.

Parte do patrimônio artístico e arquitetônico, que remonta a esse passado, encontra-se ainda bem conservado. Como exemplo tem-se a Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso, a primeira de Minas Gerais construída em alvenaria de pedra, uma das belas obras do barroco e do rococó. Outras boas opções são os museus Regional e Casa João Pinheiro (Solar do Tinoco), do século XVIII.

É neste município que se encontra a Serra da Piedade, onde funciona o Observatório Astronômico Frei Rosário, da Universidade Federal de Minas Gerais.

A cidade apresenta grande potencial para a prática de turismo de aventura, tendo grande tradição no arvorismo. Foi citada pela Revista Veja como um dos principais destinos do Brasil para a prática de esportes radicais.
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v. 13, n. 15 (2010): Educação em Foco

Em 1701, quando Leonardo Nardez e seus companheiros penetraram no planalto mineiro, deparando com uma grande mata que chamaram de caeté, na língua indígena: “mata virgem”, nascia a antiga Vila Nova da Rainha, hoje Caeté. Os paulistas foram seus primeiros habitantes, e em 1704, o arraial contava com numerosa população que, sentindo-se ameaçada pela invasão de aventureiros provindos do reino e de outras regiões brasileiras, reagiu pela posse das terras auríferas, culminando nas hostilidades, com o trágico episódio da Guerra dos Emboabas. Em 1708, Manoel Nunes Viana foi proclamado por seus companheiros, “Governador das Minas” e, liderando o grupo emboaba, tornou-se o primeiro ditador da única cidade político-administrativa independente da América. Exaurindo-se os aluviões auríferos, o arraial caiu em decadência. Renasceu economicamente em 1865, com as primeiras atividades industriais.

Localizada na Zona Metalúrgica, Caeté integra o Quadrilátero Ferrífero e a Zona Metropolitana de Belo Horizonte, encontrando-se a 53 km da capital. Com uma altitude de 935m, tem clima salubre e ameno, com verões e invernos brandos.

Em sua área de 528 km2, o município guarda lembranças de um passado de glória em monumentos que venceram o tempo e permanecerão sempre na sua paisagem colorida, de onde se descortina a poética Serra da Piedade.

Na serra, na praça fronteira à velha ermida, inteiramente calçada com pedras laminares provenientes das próprias formações geológicas próximas, a longitudinalidade da nave da ermida projeta-se portas afora, presidindo também o exterior e apontando para o grupo de estatuária, lançado sobre as rochas da extremidade oeste do platô que as contém. Esse grupo monumental de autoria do escultor eslavo Vlad Eugen Poenarù e executado em ferro fundido nodular representa o Cristo crucificado e agonizante, sua mãe - Nossa Senhora da Soledade - e o seu amigo e discípulo João - São João.

A modelagem dessas estátuas, bem como suas posteriores moldagem e fundição, foi trabalho de extensa cooperação entre profissionais de fundição residentes em Caeté, a Companhia Ferro Brasileiro (CFB) e o artista, todos mobilizados para tal obra. O conjunto das três estátuas em ferro nodular, com 3m metros de altura e cerca de uma tonelada cada foi terminado em 11 de abril de 1991.

 

Fonte: TAMBASCO, J. C. V. A serra e o santuário. Nossa Senhora da Piedade do Caeté: heranças das minas do ouro setecentistas. Vassouras: Edição do Autor, 2010.


2009

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v. 12, n. 14 (2009): Educação em Foco

“Pirulito” da Praça Sete

 

Obelisco doado pelo povo de Capela Nova de Betim, hoje município de Betim, aos habitantes de Belo Horizonte. Inaugurado em 7 de setembro de 1922 por ocasião da comemoração do Centenário da Independência do Brasil. Foi projetado pelo arquiteto Antônio Rego e construído pelo engenheiro Antônio Gonçalves Gravatá.

 

Fonte: Wikipedia
Capa da revista

v. 12, n. 13 (2009): Educação em Foco

Matriz da Nossa Senhora da Boa Viagem - Belo Horizonte - MG.

A igreja simples, com fachada plana, com torres telhadas, foi demolida no ano de 1894 para dar lugar à construção da atual Catedral da Nossa Senhora da Boa Viagem, em estilo neogótico.
Curiosamente, numa foto do ano de sua demolição, é possível notar em uma de suas torres a sineira fechada por um tampo e madeira, com a figura de um sino pintada.

VERDERAME, E. História e curiosidades de igrejas destruídas, demolidas e arrasadas. Edição do artista, 2002.


2008

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v. 11, n. 12 (2008): Educação em Foco

“Espaço circular em cubo virtual” - aço laminado na cor natural.

Obra de Amilcar de Castro instalada em 1995 na Praça Afonso Arinos - BH-MG.