A determinação categorial do fetichismo como processo de síntese na obra de Marx e “linha de força” do primeiro capítulo d’O capital.

Autores

  • Victor Fernandes Rodrigues Universidade Estadual Paulista

Resumo

O presente artigo visa oferecer uma contribuição ao estudo do problema do fetichismo a partir da obra de Marx, indo dos Grundrisse de 1857-58 à segunda edição d’O capital de 1873. Pretende oferecer ao leitor uma contextualização acerca deste problema, tentando demonstrar que a formulação teórica do fetichismo da mercadoria exposta em O capital é resultado de intensas análises anteriores de Marx. Com efeito, sua intenção é trazer a discussão para o fato de que é a temática da reificação expostas nos Grundrisse que engendram a formulação teórica do fetichismo em O capital. Assim sendo, no marco dessa contextualização, faremos uma problematização sobre os possíveis avanços da referida temática para além do primeiro capítulo d’O capital, cuja análise versará em demonstrar que o fetichismo da mercadoria reúne em si um conjunto de questões candentes para Marx, representando, portanto, um “processo de síntese” em toda sua obra e uma “linha de força” no primeiro capítulo de sua magna obra, coroando de forma sintética todo esse repertório anterior de análises.

Biografia do Autor

Victor Fernandes Rodrigues, Universidade Estadual Paulista

Licenciatura em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense UFF; Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora UFJF; Doutorando em Serviço Social pela Universidade Estadual Paulista UNESP - Franca.

Publicado

11/08/2020

Como Citar

Rodrigues, V. F. (2020). A determinação categorial do fetichismo como processo de síntese na obra de Marx e “linha de força” do primeiro capítulo d’O capital. Ciências Gerenciais Em Foco, 11(9), 142–179. Recuperado de https://revista.uemg.br/index.php/cgf/article/view/4767

Edição

Seção

Artigos