Metodologias ativas: Superficialidade nos processos educativos ou protagonismo do aluno no ensino superior?
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Metodologias Ativas; Tecnologias; Ensino Híbrido; Educação Superior.Resumo
As duas primeiras décadas do séc. XXI foram marcadas por mudanças que acompanham todo o movimento que vem ocorrendo nos serviços e processos de produção, implementados na sociedade e, por conseguinte, abrangem os espaços educativos, bem como, as relações que se estabelecem no âmbito da educação superior. A questão central do presente artigo é discutir como os alunos e professores ressignificam e representam a chegada das metodologias ativas, mediadas pelas tecnologias e pelo ensino híbrido, nas instituições de Ensino Superior. Objetiva-se refletir acerca das ações que vem sendo implementadas por essas instituições, no que diz respeito à implementação das tecnologias ativas; quais os desafios têm sido encontrados e como se dão as relações que permeiam o desenvolvimento dessas práticas pela comunidade acadêmica. O referencial teórico está ancorado nas contribuições sobre cibercultura, de Lévy (1999); de modernidade tardia, de Giddens (1991) e das metodologias ativas, bem como do Ensino híbrido, propostas por Moran, (2018) e Valente (2017). O texto buscará revisar o significado, os objetivos, as teorias e as possibilidades de aprendizagem através das metodologias ativas, evidenciando sua relevância, ao mesmo tempo em que tentará denunciar as situações em que são utilizadas apenas como modismo. Através desse artigo se buscará discutir e apresentar as Metodologias Ativas como promotoras da participação efetiva dos alunos, tornando-os protagonistas e partícipes ativos na construção do seu próprio conhecimento e na aquisição de competências.
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