A FITOTERAPIA NO TRABALHO EM SAÚDE

DESAFIOS DA IMPLANTAÇÃO DE UMA PRÁTICA NÃO-HEGEMÔNICA

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Autores

  • Jael Bernardes da Silva Faculdade UNA

DOI:

https://doi.org/10.36704/ppp.v19i37.10656

Palavras-chave:

Fitoterapia, Plantas medicinais, Processo de Trabalho em Saúde, Política Pública

Resumo

Objetivo: analisar o processo de implantação e desenvolvimento de um programa que oferta plantas medicinais e fitoterápicos como um recurso de saúde. Métodos: Estudo exploratório-descritivo, de abordagem qualitativa, com uso de entrevistas com informantes-chave e análise documental. Resultados: O programa surgiu a partir de um projeto local, cuja oficialização e os investimentos municipais possibilitaram sua ampliação e manutenção. A trajetória foi marcada por oscilações e percalços técnicos e políticos, mudanças na gestão impactaram sua estrutura e funcionamento. A perda da dimensão cuidadora, intrínseca à fitoterapia como ferramenta do cuidado integral, foi identificada nos discursos de alguns informantes e em documentos analisados. Conclusão: a fitoterapia é uma tecnologia viável para o cuidado, apesar da complexidade de garantir sustentabilidade e continuidade da oferta.

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Publicado

2026-08-26

Como Citar

Bernardes da Silva, J. (2026). A FITOTERAPIA NO TRABALHO EM SAÚDE: DESAFIOS DA IMPLANTAÇÃO DE UMA PRÁTICA NÃO-HEGEMÔNICA. Perspectivas Em Políticas Públicas, 19(37), 231–245. https://doi.org/10.36704/ppp.v19i37.10656