A afasia de Joaquinzinho no sistema do duplo em Budapeste
Abstract
Este artigo propõe que afasia constitui uma espécie de linha de fuga de Budapeste, romance de Chico Buarque. Tendo como referência teórica Deleuze e Guattari (1977), Guattari (1988) e Bakhtin (1999, 2003), a ideia é mostrar que o tema do autor famoso e do anônimo no romance em questão constitui o lado de um sistema de aparência autoritário. Nesse sentido, como metáfora da literatura, a afasia deixa de significar uma falta ou defeito de fala, pois adquire um sentido positivo, invertendo, assim, o jogo, porque é o poder, qualquer poder, que se torna sujeito de falta.
Palavras-chave: Duplo; discurso literário; afasia; sujeito; ideologia.
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