O novo, o velho e o desamarrotado
Resumo
A proposta deste artigo é apresentar uma discussão sobre o que vem sendo apresentado como “uma nova política” no recente cenário eleitoral. Não faz parte da proposta uma defesa partidária, mas uma crítica a uma nomenclatura que não justifica a novidade que propõe. O texto é mediado por citações de Millôr Fernandes extraídos de seu livro de aforismos A Bíblia do Caos. O uso de Fernandes tem como intenção permear de humor as críticas à sociedade contemporânea que inviabilizam a novidade na política. Por trás de nossa análise está a postura de Giorgio Agamben em propor uma “política que vem”, postura diametralmente oposta à “nova política” apresentada no atual contexto. No texto que se apresenta não trataremos da posição política de Agamben, mas as críticas propostas são levantadas a partir de sua leitura. Esta versão mantém as marcas de oralidade com as quais foi composta para apresentação na mesa de análise da conjectura eleitoral da UEMG-Barbacena.
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