Candendê: silêncios de um passado-presente
Resumen
O referido quilombo, nomeado atualmente de Ponto Chique do Martelo, surge em meados dos oitocentos numa “grota” que fica entre os municípios de Barbacena e o distrito de Padre Brito, antigo São José de Ilhéus. O presente artigo, pretende trazer algumas reflexões sobre o termo quilombo e, o apagamento estratégico dos bens materiais e imateriais do lugarejo observado no Inventário Cultural elaborado pela Prefeitura Municipal de Barbacena. Apagamento esse que contrasta com a realidade local e confirma a existência de um racismo velado sobre os bens afro-diaspóricos. A partir de visitas realizadas na comunidade e entrevistas com seus moradores, foi possível verificar a riqueza de uma memória que não aceita o apagamento e resiste, até os dias de hoje, às intempéries sociais. A relação pessoal com o povoado do Candendê, é um fator a se levar em conta por trazer a possibilidade do entendimento de uma história familiar. Acreditamos que, o resgate histórico da localidade poderá amenizar os conflitos internos e, possibilitar aos seus moradores saírem da invisibilidade nas políticas públicas e assim, alcançarem certa autonomia socioeconômica.
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