Pela responsabilização subjetiva na modernidade líquida: novos arranjos no espaço público e em seus programas
Abstract
A modernidade líquida assistiu ao enfraquecimento de tradições, crenças, valores e lugares pré-fixados, pondo em primeiro plano a volatilidade e a incerteza. Diante da exaltação de ambições e interesses particulares, o consumo incessante de objetos do mercado ganha cada vez mais força, buscando responder a satisfações momentâneas, sem dimensão de futuro. Além disso, a existência desatrela-se da ação política, esvazia-se de significado e torna-se pura exibição. Como situar a concepção de sujeito responsável diante desse cenário de valorização exacerbada da liberdade individual? Abre-se, aí, uma fenda para se pensar o papel de novos programas públicos, que buscam a concepção de sujeito em oposição à normalização de condutas e à adoção de uma noção de “indivíduo standard”, que dispensaria a responsabilização.
Palavras-Chave: modernidade líquida; consumo; violência; responsabilização subjetiva.
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