A egiptomania no Twitter:

uma proposta de banco de dados (2008 a 2014)

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Autores/as

  • Pedro Miguel Carvalho Silva UEMG-Campanha
  • Melissa Cristine Lopes Ribeiro UEMG
  • Fernando Antônio Nani Carvalho Junior UEMG

DOI:

https://doi.org/10.36704/rhp.v4i7.9989

Palabras clave:

Egiptomania, Twitter, Banco de dados, História Digital, Cultura Pop

Resumen

Este trabalho apresenta a análise da primeira parte de um banco de dados sobre a Egiptomania no Twitter (2008 – 2014), compreendendo 2.415 evidências categorizadas em onze temas principais, como Egito Antigo, Faraó e Cleópatra. A Egiptomania é entendida como a reinterpretação da cultura egípcia, processo que, embora historicamente literário, consolidou-se academicamente no Brasil a partir de 2000 com os trabalhos de Bakos, diversificando-se de monumentos para mídias contemporâneas. A pesquisa inova ao utilizar o Twitter como fonte inédita para registrar a prática "egiptomaníaca", criando um material de arquivo permanente para estudiosos e educadores. A metodologia envolveu a busca avançada no Twitter e a catalogação em Microsoft Access, visando preservar dados voláteis. Os resultados, disseminados via Instagram em um projeto de extensão, demonstram a polissemia de significados atribuídos ao Egito Antigo nas redes sociais, sublinhando sua atualidade e potencial pedagógico.

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Publicado

2026-07-09

Cómo citar

Carvalho Silva, P. M., Lopes Ribeiro, M. C., & Antônio Nani Carvalho Junior, F. (2026). A egiptomania no Twitter: : uma proposta de banco de dados (2008 a 2014). Revista Histórias Públicas, 4(7), 16–33. https://doi.org/10.36704/rhp.v4i7.9989

Número

Sección

Dossiê - Histórias públicas e os repertórios da Antiguidade e do Medievo: desvendando apropriações e usos do passado