Ciência e Religião, uma genealogia da modernidade.

Autori

  • Carolina Maria Vieira Gomes, Marco Antonio Barroso, Priscila Paschoalino Universidade do Estado de Minas Gerais - Unidade Ubá

Parole chiave:

Ciência, Religião, Modernidade

Abstract

Para se entender as origens da ciência moderna, as relações entre ciência e religião são de extrema importância. A expressão “Revolução Científica” é usada para definir o período que abrange o início do século XVI ao fim do século XVII, onde a ciência moderna se formou diante de tradições antes não reconhecidas, como exemplo a filosofia natural e as ciências matemática. Esse período tem grande destaque nas discussões sobre ciência e religião, devido a teoria copernicana, que colocou o Sol como o centro do sistema solar - desafiando assim a Teoria Geocêntrica, e o caso de Galileu são atestados claros de que ciência e religião são heterogêneas. Essa visão passou a ser aceita durante o século XIX quando a ciência se tornou um campo de batalha entre religiosos e secularistas. Antes do secularismo se tornar norma no Ocidente, Deus e religião estavam frequentemente na vida social, intelectual e até mesmo na vida política das pessoas. Todos ou quase todos os personagens presentes na Revolução Científica eram religiosos e devotos.

Pubblicato

2019-11-22

Come citare

Priscila Paschoalino, C. M. V. G. M. A. B. (2019). Ciência e Religião, uma genealogia da modernidade. Revista Mediação, (9), 5–13. Recuperato da https://revista.uemg.br/mediacao/article/view/4330

Fascicolo

Sezione

Artigos