Agá (La voz de la mujer) - Una cartografía del cuidado y (r)existencia de las mujeres indígenas
DOI:
https://doi.org/10.36704/cipraxis.v20i35.9105Palabras clave:
Pueblos Indígenas, Salud de Poblaciones Indígenas, Salud de la MujerResumen
Introducción: Este estudio busca la voz de una mujer indígena de un pueblo sobre el cuidado de la salud y las posibilidades de resistencia ante lo hecho y vivido.
Objetivo: Mapear los cuidados producidos y los modos de (re)existencia de las mujeres indígenas Kiriri.
Métodos: Se trata de una investigación con un enfoque cualitativo y exploratorio utilizando la cartografía como método de campo teórico/filosófico. La recolección de datos se realizó en una de las aldeas que conforman el territorio Kiriri. Los participantes del estudio fueron definidos inicialmente por conveniencia, incluyendo mujeres indígenas Kiriri mayores de 18 años que vivían en la localidad, y luego de la inmersión en el campo, utilizaron la herramienta denominada guía usuaria. La elección estuvo guiada tanto por el proceso de vinculación y formación de redes vivas entre el campo y el investigador, como por la centralidad, diversidad y representatividad de las mujeres elegidas como Guías. Así, a través de los senderos interpretativos logrados a partir del análisis de las entrevistas, surgieron tres analizadores.
Resultados: De los analizadores de Convivencia entre mundos; Cuando los indígenas hablan de cuidados, ¿de qué cuidados hablan?; y ¿Ser madre es ser mujer?, se pudo observar cómo las mujeres indígenas se van construyendo como cuerpos-territorios entre las disputas de narrativas sobre su existencia. Así, el estudio permitió compartir la perspectiva de las mujeres indígenas, quienes deben estar en el centro del cuidado de la salud, sobre sus procesos de salud y atención, resaltando así las brechas que existen entre la medicina y la gestión del cuidado de esta población.
Conclusión: Fue posible comprender la relación entre la atención en salud y los sistemas culturales y sociales, en cuanto a la producción de cuidados para y por las mujeres indígenas. Así, se sustenta la idea de que los caminos de salud no deben ser evaluados y construidos de manera disociada de los territorios existenciales de las mujeres indígenas y su comunidad, por lo que es necesario que las políticas públicas y los profesionales de la salud adapten sus prácticas para que sea posible actuar en base a la atención integral, considerando las particularidades de cada grupo social.
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