Capacidad autorreferida de los profesionales de la Estrategia de Salud de la Familia en la detección y notificación del abuso físico infantil en una capital de la Amazonía brasileña
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https://doi.org/10.36704/cipraxis.v22i37.9887Palabras clave:
Salud familiar, epidemiología, violenciaResumen
Introducción: Los profesionales de la Estrategia de Salud de la Familia se encuentran en una posición privilegiada para identificar posibles víctimas de violencia contra niños y deben poseer conocimientos sobre los principales signos y síntomas del abuso físico infantil, así como sobre la existencia y el correcto llenado de la ficha de notificación obligatoria.
Objetivo: Evaluar la detección y notificación del abuso físico infantil por parte de profesionales de salud de la Estrategia de Salud de la Familia en Porto Velho–RO.
Métodos: Se trató de un estudio descriptivo de carácter cuantitativo, con la aplicación de un cuestionario validado que contenía 19 preguntas sobre la caracterización de la muestra y los conocimientos sobre el tema, con 70 participantes que cumplían con los criterios de elegibilidad.
Resultados: La mitad de los encuestados ya había sospechado de abuso físico infantil entre sus pacientes y el 72,86% nunca lo notificó. En relación con el último año, de los 11 profesionales que sospecharon, solo seis realizaron la notificación. La mayoría se autodeclaró con alta capacidad para reconocer signos y síntomas de abuso físico. El Consejo Tutelar fue la institución más mencionada para recurrir a la hora de realizar la notificación. Las principales dificultades y barreras que señalan los profesionales para no denunciar son el conocimiento insuficiente y el miedo.
Conclusión: Aunque se declararon capaces de identificar casos de maltrato físico infantil, la falta de conocimientos fue la razón más citada para no denunciar, lo que demuestra que los entrevistados saben reconocer los signos y síntomas, pero tienen dificultades con el proceso de denuncia. Se recomienda implementar iniciativas de educación continua y fortalecer los Centros de Educación Permanente.
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