(Im)possibilidades da música como aliada na Educação Inclusiva
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https://doi.org/10.36704/sciasart.v18i1.11209Palavras-chave:
Educação Musical Inclusiva, Educação Básica, AutismoResumo
O artigo aborda a relevância da educação musical na educação básica, com foco na inclusão de crianças com autismo. A música é apresentada como uma aliada na Educação Inclusiva, com benefícios demonstrados para o desenvolvimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Contudo, o texto expõe os desafios enfrentados para a formação musical na Educação Básica. A Lei nº 13.278/2016 e a BNCC (2018) propõem um ensino de artes integrado, visto como retrocesso, gerando desafios como a polivalência e a carga horária limitada. A polivalência é uma condição dos professores de Arte, seja do professor unidocente, que atua na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, ou pelo licenciado, que atua nos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio. A polivalência exige que professores de arte atuem em quatro linguagens artísticas, muitas vezes sem formação adequada. Este cenário limita que a relação entre educação musical e inclusão reverbere na Educação Básica. O desafio primordial é garantir a presença e valorização da música na formação básica para assegurar seus benefícios na inclusão.
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