A UFRGS como organismo social e a (contra)cultura permanente gaúcha: uma análise represontológica dos seus símbolos oficiais a partir de dois conjuntos de efervescências
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https://doi.org/10.36704/transverso.v1i20.10864Palavras-chave:
UFRGS, Brasão, Marca Promocional, Represontologia, ContraculturaResumo
Este artigo apresenta uma análise das convergências entre imagem e texto, fundamentada em uma sociologia da moral de matriz durkheimiana. Trata-se de uma apreciação das imagens oficiais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (o brasão e a marca promocional), examinadas por meio de instrumentos obtidos a partir de pesquisa documental. O objetivo consiste em cruzar os dados oriundos da análise documental com as representações visuais, a fim de compreender como os valores institucionais são socialmente comunicados por meio das imagens – e, ao mesmo tempo, como esses valores se transformam, sendo tais mudanças evidenciadas pelas próprias imagens. A metodologia adotada envolveu a construção de um corpus textual composto por documentos produzidos pela universidade, seguido da elaboração de categorias analíticas destinadas à leitura das imagens selecionadas. Os resultados indicam uma reorientação institucional, em que a UFRGS deixa de se apresentar primordialmente como uma universidade voltada à liderança e passa a se afirmar como uma instituição comprometida com a sociedade do conhecimento.
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