Educação escolar em perspectivas foucaultianas: um estudo do sujeito e do poder.

Kaliny Ferraz, Pedro Angelo Pagni

Resumo


Foucault ensinou que o sujeito é constituído e esse fenômeno ocorre, essencialmente, nas instituições, através de relações de poder. A Escola é a instituição mais evidente, pois os alunos permanecem desde pequenos até a maturidade, ou seja, a escola moderna não somente molda um sujeito, mas sim, toda uma sociedade. Essas relações de poder se fundamentam no binômio saber-poder em que as práticas discursivas constituem um regime que impõe o que é saber e o poder disciplinar atua nas instituições por meio de práticas que visam a docilização dos corpos. Logo, a Escola tem seu efeito de assujeitamento do indivíduo, pois é reconhecida como detentora do saber por meio de seus discursos e suas vivências resultam na docilização dos corpos. Destarte, a partir de conceitos da fase genealógica como saber-poder e governamentalidade, o artigo visa elucidar como as práticas subjetivantes e o poder disciplinador estão inseridas no cotidiano escolar.

Palavras-chave


Saber-Poder; Educação; Foucault

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DOI: http://dx.doi.org/10.24934/eef.v22i38.2774

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