“Isso é coisa de menina?” – O reforço de esteriótipos femininos nas escolas através a utilização de desenhos Disney Princesas

Autores

  • Mariana Vieira de Carvalho
  • Ester Gomes de Oliveira
  • Maria Cecília Vieira de Carvalho

Resumo

Utilizando dos filmes da franquia Disney Princesas como ponto de perspectiva, o artigo tem como objetivo principal, compreender como as princesas ensinam sobre o que é ser menina e como isso se manifesta na sala de aula. Ao analisar os filmes, discorre-se sobre as características do que é considerado ser princesa e como tais são percebidas na construção da identidade feminina. Propõe-se a apresentar caminhos para modificar as práticas educacionais, visando promover a igualdade de gênero, para que as meninas se vejam como protagonistas e sujeitos com possibilidades de atuação em todos os âmbitos da sociedade.

Biografia do Autor

Mariana Vieira de Carvalho

Mariana é graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e solidificou sua formação acadêmica em uma base teórica- prática voltada para a compreensão do fenômeno educacional na contemporaneidade. Atua como professora da rede municipal de Nova Serrana. 

Ester Gomes de Oliveira

Ester é graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado de Minas Gerais (2017).  Tendo em vista o quanto a educação siginifica uma ferramenta para promover a cidadania e a igualdade social, busca aprofundar suas reflexões com criticidade sobre a sociedade

Maria Cecília Vieira de Carvalho

Possui graduação em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014), e mestrado em História e Culturas Políticas pela UFMG (2019). Estuda temas ligados a Ditadura Militar e a Guerrilha do Araguaia. Atua como pesquisadora e professora.

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Publicado

18/12/2020

Como Citar

Carvalho, M. V. de, Oliveira, E. G. de, & Carvalho, M. C. V. de. (2020). “Isso é coisa de menina?” – O reforço de esteriótipos femininos nas escolas através a utilização de desenhos Disney Princesas. SCIAS. Direitos Humanos E Educação, 3(2), 151–168. Recuperado de https://revista.uemg.br/index.php/sciasdireitoshumanoseducacao/article/view/5126