El peso económico del suicidio en Brasil y la inercia estatal a la hora de aplicar políticas paliativas
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https://doi.org/10.36704/cipraxis.v23i38.10189Palabras clave:
Suicidio, Políticas Públicas de Salud Mental, Costo Económico, Legislación Presupuestaria, Pérdidas de ProductividadResumen
Introducción: El suicidio es un grave problema de salud pública en Brasil, que impone cargas directas - hospitalizaciones y atención de emergencia - e indirectas - principalmente años potenciales de vida productiva perdidos e ingresos no percibidos - que tienen un profundo impacto en la economía nacional. Objetivo: Analizar la carga económica del suicidio en Brasil y reflexionar sobre la inercia estatal en la formulación y financiación de políticas mitigadoras. Métodos: Se realizó un análisis documental de los registros oficiales de muertes por suicidio, extraídos del Sistema de Información de Mortalidad del Ministerio de Sanidad, y de documentos federales. El costo indirecto se estimó multiplicando los años potenciales de vida perdidos por el salario mínimo vigente en 2025 (R$1.518,00). Por tratarse de datos secundarios, no fueron analizados por el Comité de Ética. Resultados: Surgieron tres ejes principales: (1) revisión del marco legal brasileño para la salud mental y la prevención del suicidio; (2) sistematización de las cifras de suicidio y estimación de los costes directos e indirectos en tablas y gráficos; (3) identificación de la brecha entre la normativa vigente y la práctica presupuestaria, con descripción de los obstáculos financieros y propuestas para superar la inercia estatal. Conclusión: Se sugiere vincular los recursos a objetivos claros, mediante un presupuesto plurianual vinculado y una evaluación basada en resultados, así como reforzar el control social y capacitar a los gestores locales para aplicar las políticas de prevención del suicidio.
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