Eventos adversos en pacientes con trauma: uso de Grupos Diagnósticos Relacionados en unidades de emergencias
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https://doi.org/10.36704/cipraxis.v22i37.10385Palabras clave:
Grupos diagnósticos relacionados, Calidad, acceso y evaluación de la atención de salud, Heridas y lesiones, Seguridad del paciente, Servicio de urgencia en hospitalResumen
Introducción: Los eventos adversos son no intencionales, a menudo prevenibles y pueden afectar significativamente la evolución de los pacientes. El trauma es de gran relevancia en el ámbito sanitario, ya que representa el 10 % de las muertes a nivel mundial y la tercera causa principal de hospitalización y muerte en Brasil. Esto resalta la necesidad de estudios centrados en mejorar la seguridad y la eficacia de la atención.
Objetivo: Identificar y analizar los eventos adversos más prevalentes en pacientes con trauma, caracterizar el perfil demográfico y de salud e identificar los desenlaces clínicos de esta población.
Métodos: Cohorte retrospectiva con enfoque cuantitativo utilizando datos de Grupos Relacionados por Diagnóstico y historias clínicas de pacientes con trauma ingresados en los servicios de urgencias de un hospital de referencia durante un período de un año. Las variables estudiadas fueron sexo, edad, causa de hospitalización, tiempo de hospitalización, eventos adversos, comorbilidades y evolución. Los criterios de exclusión fueron: ser menor de 18 años, estar bajo observación menos de 24 horas o tener datos insuficientes para el estudio.
Resultados: Los eventos adversos infecciosos fueron los más frecuentes (59%), mientras que los eventos no infecciosos, como las lesiones por presión y las complicaciones de procedimientos, también fueron significativos. La incidencia fue mayor en varones y pacientes de diferentes edades, lo que indica la importancia de desarrollar estrategias de atención adaptadas. La densidad de incidencia (9,94 eventos/100 días-paciente) proporcionó un panorama claro de las complicaciones en urgencias.
Conclusión: Los hallazgos son cruciales para orientar los esfuerzos para reducir los eventos adversos y optimizar la gestión en los departamentos de emergencia, promoviendo una atención segura al paciente.
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