El Derecho Fundamental a la Salud: Políticas Públicas y Judicialización

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.36704/cipraxis.v20i35.8714

Palabras clave:

Salud, Políticas públicas, Eficacia, Judicialización

Resumen

Introducción: El derecho a la salud es un derecho social fundamental previsto en la Constitución
Federal de 1988, en su artículo 6, y, en consecuencia, un deber del Estado. Esto significa que todos los brasileños tienen derecho a la salud y el Estado tiene la obligación de garantizarla. Los derechos fundamentales son normas declarativas que informan qué bien jurídico se quiere proteger y el derecho a la salud forma parte de la 2da dimensión de estos derechos, es decir, es un derecho positivo, una norma programática, de efectividad limitada, es decir, una Cuota de norma que depende de la acción del Estado, de políticas públicas que requieren fondos del tesoro público. El Derecho a la Salud tiene como objetivo promover la salud, incluida la reducción del riesgo de enfermedades y otros daños al bienestar de los ciudadanos.
Objetivo: Este artículo tiene como objetivo introducir al lector en conceptos básicos del derecho fundamental a la salud previsto constitucionalmente y en las políticas públicas para promover este derecho. También observa las fallas que existen en el sistema de salud brasileño, lo que lleva a la judicialización de la salud, mostrando cómo el Estado asume responsabilidad y busca mejorar los sistemas de salud y la justicia de este derecho.
Métodos: Esta investigación esbozó un procedimiento metodológico basado en la revisión
bibliográfica y el análisis documental, con el objetivo de examinar el derecho fundamental a la salud y su relación con la judicialización en Brasil. El relevamiento de fuentes se realizó en varias etapas, buscando asegurar un enfoque integral y riguroso. La búsqueda bibliográfica se realizó en libros, artículos científicos y documentos oficiales, priorizando las publicaciones que abordan los marcos regulatorios de la salud en Brasil, así como la evolución de la judicialización de este derecho. La selección de referencias tuvo en cuenta la relevancia académica, la actualidad de las discusiones y la diversidad de perspectivas teóricas. Se exploraron bases de datos como SciELO, Google Scholar y repositorios institucionales para obtener un panorama amplio del tema. Se utilizaron descriptores como “derecho a la salud”, “judicialización de la salud”, “Sistema Único de Salud (SUS)”, “políticas públicas de salud” y “responsabilidad del Estado”. Los documentos fueron seleccionados mediante un
enfoque metodológico que priorizó las normas legales (Constitución Federal de 1988, Ley nº
8.080/1990, Ley nº 8.142/1990 y Ley Complementaria nº 141/2012), sentencias del Supremo Tribunal Federal (STF) y del Tribunal de Justicia, así como informes de organismos gubernamentales y organizaciones internacionales, como la Organización Mundial de la Salud (OMS). Esta opción se justifica por la necesidad de basar la investigación en documentos normativos y decisiones jurisprudenciales que regulen el derecho a la salud y reflejen su aplicación práctica. El análisis
documental incluyó una lectura crítica de las fuentes seleccionadas, buscando identificar patrones, desafíos y avances en el reconocimiento del derecho a la salud. Además, se consideraron obras de referencia en el campo del derecho constitucional y de la salud.
Conclusión: Se concluye que, si bien el derecho a la salud está garantizado constitucionalmente, su
implementación depende de políticas públicas efectivas y del compromiso del Estado. El Sistema Único de Salud (SUS) desempeña un papel esencial en la promoción de este derecho, pero enfrenta desafíos como la financiación insuficiente, las desigualdades regionales y la creciente judicialización de la salud. El aumento de las exigencias legales refleja la dificultad del Estado para garantizar el acceso pleno a
tratamientos y medicamentos, requiriendo una gestión más eficiente de los recursos públicos y una mayor coordinación entre los poderes. Así, la consolidación del derecho a la salud requiere acciones coordinadas que mejoren la infraestructura, califiquen a los profesionales y promuevan el uso racional de los recursos, garantizando un sistema más equitativo y accesible para toda la población. 

Biografía del autor/a

Alex Sandro Oliveira Louzada, Faculdade Atenas Passos

Graduando em Direito pela Faculdade Atenas Passos.

Tony Carlos Chaves Alves, Faculdade Atenas Passos

Possui graduação em Superior de Tecnologia em Investigação e Perícia Criminal pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera (2023) e graduação em Gestão em segurança pública e privada pela Faculdade Origenes Lessa (2022). Graduando em Direito pela Faculdade Atenas Passos.

Juliana Castro Torres, Faculdade Atenas Passos

Doutoranda no Programa de Pós-graduação em Direitos Coletivos e Cidadania da Universidade de Ribeirão Preto -UNAERP. Mestre em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP. Especialista em Direito Público Lato Sensu pela Universidade Anhanguera - UNIDERP. Graduada em Direito pela Universidade do Estado de Minas Gerais - Unidade Passos. Advogada, inscrita na OAB/MG sob o n 121.202 - Escritório de Advocacia com experiência nas áreas de Direito Privado e Público. Foi Bolsista de Gestão em Ciência e Tecnologia BGCT-III pela FAPEMIG. Foi Coordenadora do Núcleo de Assistência Judiciária Gratuita - NAJ da UEMG - Unidade Passos (2019-2020). É Bolsista PROSUP-CAPES. Foi membro do Conselho Municipal da Cidade de Passos-MG (2019-2022). É Coordenadora da Escola Superior de Advocacia - ESA na Subseção de Passos-MG. Foi membro do Comitê de Ética em Pesquisa na UEMG - Unidade Passos. Foi Professora de Direito Tributário e prática Cível nos cursos de Direito, Ciências Contábeis, Administração e Engenharia de Produção da Universidade do Estado de Minas Gerais/UEMG - Unidade Passos. É Coordenadora de Pesquisa no curso de Direito da Faculdade Atenas Passos. É membro do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade Atenas Passos. É Professora de Direito no curso de Direito da Faculdade Atenas Passos.

Zaíra Garcia de Oliveira Soares, Faculdade Atenas Passos

Advogada, Coordenadora do Curso de Direito da Faculdade Atenas Sul de Minas, Professora Universitária nos cursos de Direito e Medicina da Faculdade Atenas, Doutora em Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente na linha de pesquisa Vulnerabilidades Sociais e Políticas Públicas pela Universidade de Araraquara, Mestre em Desenvolvimento Regional, na linha de pesquisa Desenvolvimento Social e Políticas Públicas pelo Centro Universitário de Franca (Uni- Facef).Tem experiência na área de Direito atuando principalmente nas áreas de Direito Processual do Trabalho, Direito Ambiental e Tutelas Coletivas. Possui graduação em Direito pela Universidade de Franca (2008),Especialização em Direito e Processo do Trabalho pela Rede LFG/Uniderp (2010), Especialização em Direito Público pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais (2015) ,Especialização em Docência do Ensino Superior pela Universidade Gama Filho (2010) Especialização em Direito Ambiental pelo Centro de Ensino Superior Dom Alberto (2024) E Especialização em Direito Militar pelo Centro de Ensino Superior Dom Alberto (2024).

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Publicado

2025-06-13

Cómo citar

Oliveira Louzada, A. S., Carlos Chaves Alves, T., Torres, J. C., & Garcia de Oliveira Soares, Z. (2025). El Derecho Fundamental a la Salud: Políticas Públicas y Judicialización. Ciência ET Praxis, 20(35), 258–271. https://doi.org/10.36704/cipraxis.v20i35.8714