Educação de Jovens e Adultos como território de Direitos Humanos
resistência e (re)existência de pessoas trans e travestis
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https://doi.org/10.36704/sdhe.v9i1.11172Palavras-chave:
Educação de Jovens e Adultos, Direitos Humanos, Pessoas Trans, Travestis, ReexistênciaResumo
As desigualdades de gênero e as violações de direitos humanos contribuem para processos de exclusão educacional que atingem pessoas trans e travestis, cujas trajetórias escolares são frequentemente marcadas por discriminações e interrupções. Este artigo objetiva analisar como a Educação de Jovens e Adultos (EJA) é compreendida como território de direitos humanos, resistência e (re)existência em artigos disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES, publicados entre 2015 e 2025. A pesquisa adota abordagem qualitativa e exploratória, desenvolvida por meio de revisão sistemática da literatura. Os resultados demonstram que a EJA, apesar das contradições presentes no espaço escolar, pode constituir-se como território de reconhecimento, acolhimento e (re)existência, favorecendo o acesso, a permanência e a reconstrução de trajetórias escolares. Conclui-se que compreender a EJA na perspectiva dos direitos humanos implica reconhecê-la como espaço de afirmação das existências, garantia do direito à educação e enfrentamento das diferentes formas de exclusão.
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