Teatro do Oprimido na sala de aula de ensino de Arte

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.36704/sapiens.v7i2.10261

Palabras clave:

teatro do oprimido; teatro na sala de aula; ensino de arte; educação pública

Resumen

O presente relato traz uma experiência vivida em sala de aula, evidenciando a importância do método de Augusto Boal, na formação estética e crítica do aluno. A vivência descrita aqui é com a Educação Básica, mais especificamente, com os alunos nos anos finais do Ensino Fundamental da Educação Pública. As impressões contidas no texto apontam para um caminho a ser seguido pelo professor de arte, ainda que não tenha a formação em Artes Cênicas. Em todas as experiências e situações vividas em sala de aula a partir dos Jogos e Exercícios do Teatro do Oprimido, é nítida a percepção do quanto o Teatro é democrático.

Biografía del autor/a

Fabíola Garcia de Oliveira, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Mestre em Artes pelo Programa ProfArtes da Faculdade de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte/MG. 

Citas

BARBOSA, Ana Mae (Org.). Inquietações e mudanças no ensino da arte. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2012.

BOAL, Augusto. 200 exercícios e jogos para o ator e o não-ator com vontade de dizer algo através do teatro. 4. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982.

BOAL, Augusto. A estética do oprimido. Rio de Janeiro: Garamond, 2009.

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BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.

Publicado

2025-12-15

Cómo citar

Garcia de Oliveira, F. (2025). Teatro do Oprimido na sala de aula de ensino de Arte. SAPIENS - Revista De Divulgação Científica, 7(2), 207–219. https://doi.org/10.36704/sapiens.v7i2.10261