Entre virtudes e limites
reflexões sobre a permanência nas turmas da EJA
DOI:
https://doi.org/10.36704/eef.v28i55.8598Palavras-chave:
EJA, Continuidade, Diretrizes operacionais, Pesquisa documentalResumo
Partindo de uma pesquisa documental e bibliográfica, este artigo propõe discutir ações de permanência na Educação de Jovens e Adultos (EJA), a partir do retorno à presencialidade em abril de 2022. Tomando como analisadores os registros institucionais de uma escola da rede pública, as Diretrizes Operacionais da Paraíba, a ficha de matrícula e o diário de classe, a metodologia parte de um estudo de caso dentro de uma abordagem qualitativa e quantitativa. Entre os resultados encontrados, destacam-se o número preocupante de 31 desistências e 10 reprovações, o total de 67 matrículas nos Ciclos V e VI – com a maior presença de jovens em ambos os ciclos – e a ausência das Diretrizes Operacionais no planejamento. Frente ao escasso e frágil registro das ações de permanência, os dados apresentados apontam mais para questões do que para respostas, denunciando fragilidades e outros desafios no campo do direito à educação.
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