Maestra, ¿qué educación ambiental se realiza en la educación infantil?
DOI:
https://doi.org/10.36704/eef.v27i52.6669Palabras clave:
Ação docente., Educação da infância., Meio ambiente., Professores.Resumen
El presente artículo se sitúa en las relaciones entre la educación de la primera infancia, la educación ambiental y la práctica pedagógica. Desde la perspectiva de dos profesoras y con dos aulas de preescolar de educación infantil como locus, se investigó cómo se lleva a cabo la educación ambiental en la educación infantil. El estudio se configura como una investigación cualitativa de tipo exploratorio, de modo que los datos se construyeron a partir de entrevistas y análisis documental. Los datos se analizaron y categorizaron en cuadros de representaciones temáticas, siguiendo la metodología del análisis de contenido. El estudio reveló una educación ambiental concentrada en las concepciones ecológicas del medio ambiente, ligada al contexto de las fechas conmemorativas ambientales y con énfasis en los aprendizajes de los niños a través de actividades impresas, con pocas situaciones de experiencias en entornos naturales o sus elementos.
.
Descargas
Citas
ARAÚJO, Adelmo Fernandes. Prática Docente em Educação Ambiental: Nossas lentes direcionam nosso pensar e nossas ações. In: ARAÚJO, Adelmo Fernandes (et al.) Formando Educadores Socioambientais Departamento de Educação Núcleo de Estudos em Formação Docente e Prática Pedagógica (NEFOPP). Formação Continuada de Professores. Projeto Ação Reflexão-Ação. UFRPE. Pernambuco, 2012.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. 3ª versão revista. Brasília: MEC, 2017. 469p
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Parâmetros curriculares nacionais: Meio Ambiente e saúde, volume 9. Brasília: MEC, 1997.
BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil: conhecimento de mundo. Brasília: MEC/SEF, v. 3, 1998b
BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, 18 dez. 2009.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP nº 02, de 15 de junho de 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares para Educação Ambiental. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 18 jun. 2012.
BRASIL. Ministério da Educação. Política nacional de Educação infantil. Brasília: MEC/SEF/COEDI, 1994. 48 p.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa – Portugal: edições 70, 2004. 223p.
BOGDAN, R.C; BIKLEN, S.K. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Portugal: Porto, 1994.
CORSARO, W. A. Sociologia da infância. Porto Alegre: Artmed, 2011.
COHN, Clarice. Antropologia da Criança. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
CRUZ, Silvia Helena Vieira (org.). A criança fala: a escuta de crianças em pesquisas. São Paulo: Cortez, 2008.
FREIRE, Paulo. Educação como Prática da Liberdade. 14..ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
FREIRE, Paulo. A importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados. Cortez, 1989.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2012.
GUIMARÃES, Mauro. A Dimensão ambiental na educação. 11. ed. Campinas, SP: Papirus, 2011.
HENN, Rosemeri; BASTOS, Fábio da Purificação de. Desafios ambientais na educação infantil. Revista Eletrônica do Mestrado. Rio Grande do Sul, v. 20, p. 329-349, 2008, ISSN 1517-1256.
HOHMANN. M; WEIKART, D. Educar a criança. 3 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2007. 280p.
KULMANN, Moysés. Histórias da educação infantil brasileira. Revista Brasileira de Educação, São Paulo, n. 14, p. 6- 192, 2000.
LAYRARGUES, P. P.; LIMA, G. F. C. As Macrotendências político-pedagógicas da educação ambiental brasileira. Ambiente & Sociedade, São Paulo, v. 17, n. 1, p. 23-40, 2014.
LOUV, R. A última criança na floresta: resgatando nossas crianças do transtorno do déficit de natureza. 1. ed. São Paulo: Aquariana, 2016.
MARTINS, Nathalia. A educação ambiental na educação infantil. 44 f. TCC (graduação em pedagogia) - Universidade Federal de São Carlos, São Paulo, 2009.
MORIN, Edgar. Os setes saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2000.
PEDROSO, D.S.; CAPANO, G. Educação Ambiental. Curitiba: PUCPRESS, 2023.
PROFICCE, C. Crianças e natureza: reconectar é preciso. São Paulo: Pandorga, 2016.
SANTOS, Antônio Bispo. Somos da terra. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, n. 12, p. 44 - 51, 2018.
SILVA, Orlane Fernandes. O lugar da educação ambiental na educação infantil: o que dizem as crianças. 60 f. TCC (Graduação em Pedagogia) – Universidade Federal de Alagoas, Arapiraca, 2020.
TIRIBA, Léa. Crianças da Natureza. In: SEMINÁRIO NACIONAL CURRÍCULO EM MOVIMENTO PERSPECTIVAS ATUAIS, I, 2010, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte, MG: MEC, 2010.
TIRIBA, Léa. Desemparedando as crias protegendo a terra: educação como direito à alegria. 2021. 1 vídeo (120min). Publicado pelo canal Crias grupo de pesquisa. Disponível em: https://www.youtube.com/wactch?v=HPn8La297zQ. Acesso em: 05 ago. 2021.
TIRIBA, Lea. Educação Infantil como Direito à Alegria: em busca de pedagogias ecológicas, populares e libertárias. São Paulo: Paz e Terra, 2018.
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação: o positivismo, a fenomenologia, o Marxismo. São Paulo: Atlas 1987.
VYGOTSKY, L. S. A Formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (Org) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 14ª ed. São Paulo: Papirus, 2002.
ZANON, N. G. A inserção da educação ambiental em centros municipais de educação infantil em São Carlos-SP: uma análise a partir de uma perspectiva crítica. 2019. 111 p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Estadual de São Paulo, Araraquara, SP, 2019.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Autores que publicam nesta revista mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.











