Natureza como recurso:

tensões e reflexões para o ensino de Biologia

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Autores

DOI:

https://doi.org/10.36704/eef.v29i58.10569

Palavras-chave:

Educação Decolonial., Educação em Biologia., Epistemologia.

Resumo

Este ensaio teórico propõe uma reflexão crítica sobre a concepção da natureza como recurso, questionando a naturalização dessa ideia no campo do ensino de Biologia. A provocação inicial surge de debates no Grupo de Estudos e Pesquisa em Interculturalidade e Educação em Ciências (GEPIC) como um desafio à resposta automática e afirmativa que essa pergunta costuma suscitar. A partir de uma análise etimológica e semântica dos termos “natureza” e “recurso”, o texto evidencia como a associação entre ambos revela uma perspectiva antropocêntrica, frequentemente sustentada por ideologias capitalistas e coloniais. O texto propõe repensar os fundamentos epistemológicos que sustentam o ensino da Biologia, especialmente nas interfaces com a educação ambiental e a interculturalidade, a fim de promover uma formação docente comprometida com uma relação mais ética e plural no e com o mundo.

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Biografia do Autor

Emylia Angelica da Costa, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Doutora em Educação (UFTM). Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais e Secretaria Municipal de Educação de Uberaba.

Laís de Souza Rédua, Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG.

Doutora em Educação (UNESP).

Danilo Seithi Kato, Universidade de São Paulo.

Doutor em Educação Escolar pela (UNESP). Universidade de São Paulo.

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Publicado

27/08/2026

Como Citar

Angelica da Costa, E., Rédua, L. de S., & Seithi Kato, D. (2026). Natureza como recurso:: tensões e reflexões para o ensino de Biologia. Educação Em Foco, 29(58), 1–14. https://doi.org/10.36704/eef.v29i58.10569

Edição

Seção

Dossiê: Ensinar Biologia, ensinar vida: questões para a formação e a profissão docente