¿Cómo sobrevivir al calor?
Una ecosofía feminista en tiempos distópicos
DOI:
https://doi.org/10.36704/eef.v28i54.8570Palabras clave:
Documentales realizados por mujeres, Ecofeminismo, Educación, Feminismo, Justicia SocialResumen
Este artículo parte del reconocimiento de que estamos viviendo un momento crítico, a menudo denominado crisis climática. Utilizando la metodología de Haraway (2016) del pensamiento especulativo, el texto proporciona una breve genealogía del debate entre feminismo y conciencia ambiental, remontándose al primer uso del término ecofeminismo por DÉaubonne, para avanzar en una propuesta ecosófica (Guattari, 1989). El segundo movimiento del texto articula, con la ecosofía, el uso de películas documentales como estrategia pedagógico-estética para la educación y el debate político, llevado a cabo por mujeres para narrar sus historias de lucha, logros y deseos de bienestar. Argumentamos que la narración de historias es un importante dispositivo feminista contemporáneo para criticar y enfrentar la gubernamentalidad racial (Almeida, 2019) y extractivista que caracterizan las prácticas neoliberales del mundo actual, exigiendo así las contra-narrativas de una ecosofía feminista que busca la justicia social, racial y ambiental.
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