"Todo mundo sabe que a universidade adoece”
cartagrafias sobre saúde e adoecimento institucional
DOI:
https://doi.org/10.36704/eef.v25i47.6905Palabras clave:
Cartografia, carta, Adoecimento docente, Endividamento, Ensino superiorResumen
Este artículo evoca, en forma de carta, cuestiones relacionadas a la salud y la enfermedad institucional en el contexto universitario. El texto es compuesto por ocho cartas en las que las autoras y el autor (que trabajan como docentes en tres universidades diferentes) comparten escenas y experiencias surgidas en su trabajo diario. El recurso metodológico elegido es la cartagrafía, una composición entre la cartografia (que valora el proceso) y la escrita de cartas, en un intento de dar lenguaje a los afectos que tonifican el escenario presentado. Se toma como detonante el enunciado “todo el mundo sabe que la universidad enferma”, pronunciada por estudiantes universitarios, intentando hacer una lectura de éste a partir del ejercicio disruptivo que produce la polifonía de las cartas. Sin embargo, si bien la expresión del sufrimiento tiene impacto en los sujetos (a través de sentimientos como ansiedad, agotamiento, racismo, angustia e falta de pertenecimiento), su percepción debe ser percibida en la dimensión colectiva. Al centrar la cuestión exclusivamente en el individuo, la dimensión política parece desaparecer, junto con las implicaciones de la institución y, una vez que los condicionantes se restringen a la dimensión personal, desaparecen de escena un grande número de componentes indispensables a la cartografía de las fuerzas, o sea, de las políticas de los afectos allí actuantes.
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