Educação prisional: como a baixa oferta de vagas cria desigualdade em escola de Complexo Penitencário de BH

Autores

Resumo

Muito se discute hoje em todo o mundo e, em especial no Brasil, a eficácia das penas restritivas de liberdade, das condições de vida no cárcere e a possível ressocialização da(o) ex-detenta(o). Por outro lado, pouco se fala sobre as mulheres que cumprem pena e em que condições estão no cárcere. O direito à educação, tida como possibilidade de recuperação e ressocialização das pessoas encarceradas, nem sempre é respeitado pelos governos estaduais e federal no País. Este artigo analisa criticamente a realidade de uma escola do sistema prisional feminino de Belo Horizonte por meio de pesquisa de campo e confirma a baixa oferta de vagas em escola prisional, confirmando a falta de interesse do Governo estadual em investir na educação prisional .

Biografia do Autor

Fernanda Bonino Ribeiro Silva

Pós Graduação em psicopedagogia com previsão de término em 2021

Graduação em Pedagogia- com término em 2019

Simone Etelvina Pinto dos Santos

Jornalista e pedagoga com ampla experiência em veículos de comunicação. Possui pós graduação em Novas Tecnologias de Comunicação, pela UNI-BH; cursa pós graduação em Psicopedagogia Institucional e Clínica pela FAE/ UEMG.

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Publicado

18/12/2020

Como Citar

Bonino Ribeiro Silva, F., & Etelvina Pinto dos Santos, S. (2020). Educação prisional: como a baixa oferta de vagas cria desigualdade em escola de Complexo Penitencário de BH. SCIAS. Direitos Humanos E Educação, 3(2), 63–82. Recuperado de https://revista.uemg.br/index.php/sciasdireitoshumanoseducacao/article/view/5108