A palavra que resiste: escrevivências de mulheres na produção científica

Autores

Resumo

Este trabalho apresenta um relato de experiência que analisa a escrita acadêmica como um instrumento de potencialização das trajetórias femininas nos espaços acadêmicos. A partir do diálogo com referenciais teóricos da área, o texto reflete sobre as implicações da escrita de mulheres pesquisadoras, por meio da experiência da autora em seu processo de escrita da dissertação de mestrado na Universidade do Estado de Minas Gerais. Discute-se, ainda, o conceito de escrevivências como categoria que tensiona e ressignifica as produções acadêmicas de mulheres, evidenciando a escrita como prática de resistência, autoria e afirmação de identidades femininas no campo científico.

Biografia do Autor

Rayane Silva Guedes, Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte

Professora no curso de Pedagogia no Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte. É Especialista em Educação em Escola Estadual de Minas Gerais. Pesquisa e estuda as questões de gênero e educação. Possui mestrado em educação pela Universidade do Estado de Minas Gerais. Graduada no curso de Pedagogia pelo Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte. Tem experiência com aulas para o Ensino Fundamental Anos Iniciais. Se interessa por mediação de leitura, alfabetização, Educação de Jovens e Adultos, letramento matemático e investiga os processos formativos.

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Publicado

2025-12-24

Como Citar

Silva Guedes, R. (2025). A palavra que resiste: escrevivências de mulheres na produção científica. SCIAS - Educação, Comunicação E Tecnologia, 7(2), 166–184. Recuperado de https://revista.uemg.br/sciasedcomtec/article/view/10579