Escritas femininas

memórias, viveres, resistências

Autores

Palavras-chave:

Mulheres, Virginia Woolf, professora

Resumo

Este texto pretende ser um ensaio, um artigo de opinião sobre escritas femininas, suas memórias, seus viveres, suas resistências – entre minhas memórias e memórias outras, de outras mulheres, de outras femininas; entre meus viveres e viveres de outras; entre minhas resistências e resistências de outras. Trata de um texto diálogo, conversas, experiências de uma autora mulher, professora, filha, tia, e tantas outras em mim. Assim traço um caminho sobre Virginia Woolf que nos empresta aqui um teto para todas nós; continuo com algumas feministas; passo pelas professoras e suas escritas; para encerrar o texto em considerações femininas. Neste caminhar, o ensaio mostra como fomos subjugadas ao longo da história, o que precisamos fazer para estarmos aqui hoje e como ainda nos matam.

Biografia do Autor

Ana Paula Andrade, Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG; FaE UEMG; ABdC

Doutora em Educação na UFRJ. Mestre em Educação pela UERJ. Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais e graduação em Pedagogia pela Universidade do Estado de Minas Gerais. Atualmente é professora da Universidade do Estado de Minas Desenvolve trabalhos e pesquisas na área da educação: formação docente, currículo, gênero na perspectiva foucaultiana. É pesquisadora do Tessituras de Nós da FaE UEMG e  do Grupo de Estudos Panóptico da FaE/UFMG.

Referências

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Publicado

2025-12-24

Como Citar

Andrade, A. P. (2025). Escritas femininas: memórias, viveres, resistências. SCIAS - Educação, Comunicação E Tecnologia, 7(2), 159–165. Recuperado de https://revista.uemg.br/sciasedcomtec/article/view/10589