Perspectivas da Comunicação Social Háptica na Surdocegueira

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Palavras-chave:

Comunicação Social Háptica; Surdocegueira; Guia-intérprete.

Resumo

Esse artigo compartilha experiências desenvolvidas no Grupo de Estudos e Pesquisas em Inclusão e Comunicação Social Háptica (GEPICSH) da Universidade Metodista de São Paulo, trazendo aspectos essenciais para inclusão de pessoas com surdocegueira na perspectiva de participação social por meio da comunicação e uso da linguagem desvelando possibilidades. Dessa forma esse estudo procura compartilhar aspectos e características das pessoas com surdocegueira e suas formas de comunicação advindas de suas particularidades juntamente com a importância do profissional tradutor guia-intérprete de Libras (TGILSP) e estratégias de guia-interpretação. E por fim carrega possibilidades de desenvolvimento da comunicação social háptica (CSH) como língua, assim como a Língua Portuguesa e a Libras.

Biografia do Autor

João Navega, UMESP

Mestrando em educação pelo Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Metodista de São Paulo, possui licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal de Juiz de Fora e em Matemática pela Universidade Paulista. É especialista em Língua Brasileira de Sinais, Neuropsicopedagogia, Educação Especial e Educação Inclusiva, Neurociências e Educação, Altas Habilidades/Superdotação e Revisão de Textos. Atualmente, exerce a função de neuropsicopedagogo na Clínica Multidisciplinar Vias do Saber e ocupa o cargo de diretor geral na Navega Leal Consultoria Pedagógica. É membro do Grupo de Estudos e Pesquisa em Inclusão e Comunicação Social Háptica (GEPICSH) da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), onde integra a comissão de secretaria.

Elaine Gomes Vilela , UMESP - Universidade Metodista de São Paulo

Doutora em Educação pela Universidade Metodista de São Paulo (2022), Mestre em Educação pela Universidade Metodista de São Paulo (2018). Especialização em Docência do Ensino Superior (2015), Especialização em Tradução e Interpretação LIbras/Português (2014) ambas pela Universidade Camilo Castelo Branco. Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Metodista de São Paulo (2009). Coordenadora do curso de Pedagogia (presencial) e do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (UMESP). Docente permanente do PPGE (UMESP). Tutora do Projeto de Vida e Eletivas na Rede de Educação Metodista. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa GENTE (Grupo de Estudos e Narrativas sobre Tecnologias e Educação) e Líder do GEPICSH (Grupo de Estudos e Pesquisas em Inclusão e Comunicação Social Háptica). Avaliadora da Revista Linhas Críticas da UnB e Revista de Estudos Aplicados em Educação da USCS. Guia-intérprete pela AHIMSA. Audiodescritora pela SRLM. Proprietária da Empresa Using Hands que presta assessoria de inclusão. Tem experiência na área de Educação, Formação de educadores, Inclusão e presta atendimento inclusivo com ênfase em Tradução e Interpretação em Libras/Libras tátil e Comunicação Social Háptica.

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Publicado

2026-08-04

Como Citar

Navega Roque, J. P., & Gomes Vilela, E. (2026). Perspectivas da Comunicação Social Háptica na Surdocegueira. SCIAS. Educação, Comunicação E Tecnologia, 8(1), 274–289. Recuperado de https://revista.uemg.br/sciasedcomtec/article/view/10756