Educação inclusiva, cultura digital e justiça cognitiva
Mediações pedagógicas para o desenvolvimento humano na infância e na adolescência
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educação inclusiva, desenvolvimento cognitivo, cultura digital, tecnologia educacional, aprendizagemResumo
A intensificação da cultura digital e dos fluxos comunicacionais contemporâneos tem reconfigurado os processos educativos, evidenciando a necessidade de práticas pedagógicas inclusivas orientadas pela diversidade cognitiva e pela equidade. Este artigo analisa a educação inclusiva como mediadora das dificuldades de aprendizagem e cognição no desenvolvimento humano de crianças e adolescentes, articulando-a às dimensões da comunicação, da tecnologia e da justiça cognitiva. Trata-se de pesquisa qualitativa, de natureza teórica, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica e método dedutivo. O estudo mobiliza referenciais clássicos, como Piaget, Vigotski e Ausubel, e autores contemporâneos da cultura digital, ampliando o debate para suas implicações educacionais. Os resultados indicam que práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais, aliadas a metodologias colaborativas e críticas, potencializam o desenvolvimento cognitivo e social, embora persistam desigualdades estruturais. Conclui-se que a efetividade da educação inclusiva exige integração entre políticas públicas, inovação pedagógica e letramento digital crítico.
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