O “ser mulher” na Revista Feminina (1914-1920): uma perspectiva decolonial
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Mulheres;, Educação;, Revista Feminina;, História DecolonialResumo
O objetivo desse artigo é o de investigar as relações entre colonialidade do poder, do saber e do ser como perspectiva analítica para compreender as proposições do “ser mulher” apresentadas na Revista Feminina, no período compreendido entre 1914 ao final da década de 1920. A escolha do periódico se justifica por ter sido escrito e produzido por e para mulheres. Pretende-se com esse trabalho problematizar o discurso eurocentrado da revista. A abordagem metodológica apresenta uma primeira leitura flutuante dos textos da revista e em seguida foi organizado temas e categorias de análise que foram exploradas com recurso da bibliografia dos campos da história e da história da educação. Como conclusão, observa-se que predomina na revista o objetivo de difundir um modelo de “ser mulher” eurocêntrico, branca e universal, tal como expresso, por exemplo, nas crônicas, ilustrações de moda e nas propagandas.
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Levantamento Documental: Fonte
Revista Feminina (São Paulo – SP).
Dezembro de 1914
Abril a dezembro de 1915
Janeiro a dezembro de 1916
Janeiro, março a dezembro de 1917
Janeiro a dezembro de 1918 à 1929
Acervos da Revista Feminina Disponíveis em:
BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SÃO PAULO. Online. Disponível em http://www.delphos.biblioteca.unesp.br
HEMEROTECA DIGITAL. Online. Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital.
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