Rural Education and the protagonism of its social actors: Who are the peasant subjects?
DOI:
https://doi.org/10.36704/eef.v27i53.8346Keywords:
Peasant scene. Infancy. Peasant woman. Peasant population. Old age in the countryside.Abstract
Identifying who the peasant subjects are, or who this protagonism refers to, has been a constant since the first manifestations of social movements in favor of an education that meets the specificities of the peasant population. These same groups were already made up of men and women, children and young people, adults and the elderly, in different professions. Certainly, the first demonstrations also had the support of popular leaders, religious representations, and political leaders, in addition to the role of public universities. However, it is worth highlighting that the consolidation of this demand as public policy is due to the leading role of its social actors, who, before the implementation of its educational policy, found themselves marginalized in the face of the class struggle existing between the countryside and the city.
Downloads
References
BELO, Diego Carvalhar; PEDLOWSKI, Marcos Antônio. Acampamentos do MST e sua importância na formação da identidade do Sem Terra. Revista Nera, Presidente Prudente, Ano 17, Nº. 24, p. 71-85, Jan/Jun, 2014.
BEM, Geralda Maria de; SILVA, Cícero Nilton Moreira da. Algumas reflexões de infância no e do campo. Rev. Eletrônica Pesquiseduca, Santos, V. 12, nº 28, p.718-730, set.-dez., 2020.
BERGER, Peter L.; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade. Petrópolis, Vozes, 1985.
CALDART, R. S. Por uma educação do campo: traços de uma identidade em construção. In: KOLLING, E. J.; CERIOLLI, P. R.; CALDART, R. S. (org.). Educação do campo: identidade e políticas públicas. Brasília, DF: Articulação Nacional Por Uma Educação do Campo, 2002. p. 18-25. (Coleção Por Uma Educação do Campo, n. 4).
CALDART, Roseli Salete; PALUDO Conceição; DOLL, Johannes. Como se formam os sujeitos do campo? Idosos, adultos, jovens, crianças e educadores. 1ª edição. Brasília: PRONERA: NEAD, 2006.
CHAYANOV, Alexander. La organización de la unidad económica campesina. Buenos Aires: Nueva Visión, 1974 (1925).
ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. edição 1, coleção: Marx & Engels. Editora Boitempo, São Paulo, 2019.
FERNANDES, B. M. Diretrizes de uma caminhada. In: KOLLING, E. J.; CERIOLLI, P. R.; CALDART, R. S. (org.). Educação do campo: identidade e políticas públicas. Brasília, DF: Articulação Nacional Por Uma Educação do Campo, 2002. p. 61-70. (Coleção Por Uma Educação do Campo, n. 4).
JAHN, Elisiane de Fátima. Envelhecimento, campesinato e o crédito consignado: o papel educativo de Movimentos Sociais em relação às estratégias de educação financeira com idosas camponesas e idosos camponeses. Tese, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Porto Alegre, 2018.
KEMPF, Renata Borges; WEDIG, Josiane Carine. Processos de resistência de mulheres camponesas: olhares pela perspectiva decolonial. Revista de estudios rurales - Mundo Agrário, abril-julho 2019, vol. 20, n° 43.
MACHADO, Carmen Lucia Bezerra; Et al. Envelhecimento: conhecendo a vida de homens e mulheres do campo. In: Caldart, R. S., et al (orgs). Como se formam os sujeitos do campo? Idosos, adultos, jovens, crianças e educadores. Brasília: PRONERA: NEAD, 2006.
MARTINS, José de Souza. Uma arqueologia da memória social: autobiografia de um moleque de fábrica. Cotia: Ateliê, 2011.
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã: crítica da mais recente filosofia alemã em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alemão em seus diferentes profetas. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007. 614 p.
MENDES, Isabella; RETTORE, Mariana; SIQUEIRA, Bruno. Campesinato e Protagonismo Feminino nas Lutas Anticapitalistas. In: XXIII Encontro Nacional de Economia Política, 2018, Niterói - RJ.
MORAES, Maria Laura Brenner. Stuart Hall: cultura, identidade e representação. Revista Educar Mais, V.3, Nº 2, Pág. 167-172, 2019.
MOVIMENTO DE MULHERES CAMPONESAS (MMC BRASIL). Deliberações do MMC Brasil. Brasília: MMC Brasil, 2004.
NASCIMENTO, Maria Letícia Barros Pedroso. Reconhecimento da sociologia da infância como área de conhecimento de campo de pesquisa: algumas considerações. In: FARIA, A. L. G. de & FINCO, D. (org..) Sociologia da infância no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2011.
PALUDO, C.; DARON, V. L. P. Movimento de Mulheres Camponesas (MMC BRASIL). In: CALDART, Roseli Salete. (Org). Dicionário da Educação do Campo. 2ª ed. Rio de Janeiro, São Paulo: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Expressão Popular, p. 481-486, 2012.
RAVENNA, Monyse. Os Sem Terrinha: Uma história da luta social no Brasil. 1ª ed. São Paulo: Expressão Popular, 2020.
REICHWALD, Guilherme Jr.; Et al. Sujeitos adultos do campo: sua formação nos movimentos sociais. In: Caldart, R. S., et al (org.). Como se formam os sujeitos do campo? Idosos, adultos, jovens, crianças e educadores. Brasília: PRONERA: NEAD, 2006.
RIBEIRO, Karla Cristina Rocha; ABRÃO, Jorge Luís Ferreira. Quem sou eu, quem é você? O lugar da infância na contemporaneidade. Estilos clin., São Paulo, v. 23, n. 3, set./dez. 2018, 574-589.
ROSSATO, Geovanio; PRAXEDES, Walter. Fundamentos da Educação do Campo: história, legislação, identidades camponesas e pedagogia. Edições Loyola, São Paulo, 2015.
SANTOS, Tatiane Araújo dos. et al. O materialismo dialético e a análise de dados quantitativos. Texto & Contexto. V.27, n. 4, p. 1-8, 2018.
TRUTH, Sojourner. “Ain’t I Woman?”. Speech Delivered at Ohio Women’s Rights Convention, May 1851. Disponível em: https://thehermitage.com/wp-content/uploads/2016/02/Sojourner-Truth_Aint-I-a-Woman_1851.pdf
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Autores que publicam nesta revista mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.











