Racismo estructural y bicentenario de la independencia: una mirada a la educación antirracista en las comunidades quilombolas
DOI:
https://doi.org/10.36704/eef.v25i46.6772Palabras clave:
Historia de la educacion., Identidad., Quilombos., Racismo.Resumen
Este artículo discute el racismo estructural en el contexto del bicentenario de la independencia de Brasil, en el ámbito de las comunidades remanentes de quilombos como blancos de una doble discriminación que se efectiva en relación a ser negro y ser quilombola. Nuestra reflexión pretende evidenciar que en las comunidades quilombolas, los procesos discriminatorios fundados en el racismo y en la diferenciación de clase permanecen operantes, incluso después del reconocimiento de esta colectividad en la Constitución Federal de 1988 y, posteriormente, en el Decreto Presidencial n° 4887 de 2003 y de la aprobación de Directrices Curriculares para la Educación Escolar Quilombola (2012). A partir de una reflexión teórico-conceptual, presentamos un histórico sobre el concepto de quilombo y la pertenencia identitaria de los sujetos quilombolas apuntando a la importancia de los actos legales que se acordaron en el reconocimiento y concesión de derechos para estas comunidades.
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