Educación, arte y psicoanálisis
un compromiso de extensión con los adolescentes
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https://doi.org/10.36704/eef.v29i57.8920Palabras clave:
Educación básica, Interdisciplinariedad, Prácticas artísticas, UniversidadResumen
El presente texto pretende abordar el papel del arte, en especial del teatro, a partir de juegos teatrales, como construcción simbólica articulada por elementos del repertorio imaginario, como recurso frente a lo imposible de decir de la adolescencia por parte de sujetos que la viven, en el ámbito escolar, especialmente en regiones de vulnerabilidad social y personal. Para ello, se busca una comprensión de la adolescencia como tiempo lógico del psiquismo, teniendo como referencia la teoría psicoanalítica y, luego, ¡se parte a la descripción de una experiencia registrada en el programa de extensión universitaria BROTA! – juventud, educación y cultura, especialmente en un taller denominado Juegos teatrales y conversaciones escénicas. En la experiencia, se destaca, las dimensiones cognitiva y subjetiva tocadas por el arte, buscando visualizar los desafíos de la educación, los desafíos adolescentes y algunos posibles efectos de la experiencia artística cuando el lenguaje se muestra insuficiente.
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