Estudio de la migración itinerante de profesores desde la óptica de las representaciones sociales
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https://doi.org/10.36704/eef.v29i57.9048Palabras clave:
Educación, Itinerante, Profesor, Teoría de las Representaciones SocialesResumen
Este estudio investigó los mecanismos sociocognitivos y afectivos de la anclaje y objetivación, fundamentales para comprender la transición del pensamiento y el juicio de los profesores migrantes itinerantes en imágenes materializadas dentro de su grupo. La migración itinerante, que consiste en el desplazamiento diario de profesores desde sus municipios de residencia para trabajar en otros municipios, fue desarrollada desde la perspectiva de la Teoría de las Representaciones Sociales, considerando sus enfoques: estructural y procesal. Los dispositivos incluyeron un cuestionario sociodemográfico, Técnica de Asociación de Palabras Libres y entrevistas semiestructuradas. El análisis del material empírico se realizó mediante el análisis del Sujeto Colectivo. La red semántica fue analizada mediante el modelo de red cognitiva AnCo-REDES y procesada en el software Gephi, revelando una estructura con 54 vértices interconectados por 255 aristas, agrupadas en cuatro categorías: sufrimiento cognitivo-afectivo, políticas públicas, sensación de distancia de la ciudad y prácticas cotidianas.
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